Tigresa

Quando fitei aquela gata saindo do banheiro da baladinha que estávamos fiquei parado: seu andar suave, os cabelos loiros até a cintura, a boca pintada com um brilho lindo, os olhos de boneca e o corpo que a gente vê de longe que, carregando ali seus 38 anos, ainda está original de fábrica, ou seja, sem nenhuma intervenção, apenas aquilo que Deus projetou e deu a ela.

Ela vem, com aquele sorriso e se senta ao meu lado, sem a menor cerimônia e pergunta no pé do meu ouvido: Gostou, gato?

Fiquei numa excitação que há tempos não tinha, sorri, disfarcei e ficamos naquele papo cheio de maldade, tomamos vários drinks e ela sugeriu que fossemos a um lugar mais calmo.

O que eu não sabia, e que me me deixou doido, foi que o lugar mais calmo era ali mesmo na esquina de onde estávamos, NA RUA, ela bem louca, encostou no carro, subiu seu vestido e me pediu “me come agora”. Juro que não sabia o que fazer, mas diante de tanta ousadia não tive escolha.

Entrei nela com muito tesão e quando eu tava quase chegando, ela me empurra, abaixa e coloca meu pau na boca dela e me lambe como se quisesse me engolir. Que tesão de mulher, me chupou até gozar e quando acabou seu lindo trabalho, riu de mim, se afastou e entrou no carro para irmos, como se nada tivesse acontecido.

E eu ali, chocado e encantado com tanta ousadia e maestria daquela gata que, depois de quatro anos de namoro, ainda consegue me surpreender!

Você conhece uma mulher assim?

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