Novinha tímida da faculdade

Sou o Cauã, tenho 24 anos e moro em São Paulo. Eu e meus amigos do curso de Direito resolvemos fazer uma festa na mansão da minha família com a intenção de conhecer melhor algumas novinhas que entraram na faculdade (estava no último ano).
Tinham várias gatinhas, mas uma em especial me chamou muito a atenção. Morena, de aproximadamente 1,70, peitos e bunda bem empinados, realmente um corpo sensacional.
Chegou sexta (dia da festa) e pra minha sorte a moreninha apareceu. E o melhor, estava bebendo sozinha, então antes que algum espertão chegasse, fui em sua direção. Fiz alguma brincadeira sobre ela ser tímida e ela caiu na “minha”, dava pra perceber que ela queria conhecer mais gente e se divertir mais, só precisava de um “empurrãozinho”.
Convenci ela a ir pro quarto comigo. Não acreditava que estava prestes a tirar aquele vestidinho curto e colado e lamber ela dos pés à cabeça!
Entramos no quarto e eu não quis perder tempo, tirei toda a roupa dela e congelei por alguns segundos, que morena GOSTOSA. Chupei aquela buceta cheirosa até faze-la gozar, mas foi quando ela me surpreendeu e inverteu o jogo, me jogou na cama, me deixou pelado e começou a pagar o boquete mais guloso da minha vida! Como ela mamava com vontade, quase que querendo retribuir o “favor”. Eu já estava com o pau explodindo e, quando fui tirar o pau da boca dela, a safada não deixou e me fez gozar ali mesmo, na boca, na cara, nos peitos, em tudo. Que chupeta intensa…
Depois do êxtase inicial, a gente lembrou de se apresentar. Expliquei que a casa era minha e que a gente poderia fazer a nossa festa particular ali mesmo na suíte. Entramos no banho e logo começou a pegação novamente! Colei ela na parede de frente pra mim com meu corpo, segurando-a por um dos punhos com uma mão e agarrando-a por baixo da coxa com a outra. A cabeça do meu pau já estava roçando em sua bucetinha, que por sua vez já estava toda lubrificada… Imprimi um ritmo com duas estocadas lentas e superficiais com uma estocada forte, daquelas de ficar na ponta dos pés. Ela gemia alto, enquanto arranhava minhas costas com a outra mão e aquilo subia meu tesão.
Sem largar seu punho, girei-a para que ficasse de costas pra mim, colando seu rosto contra a parede ao agarrar em seu cabelo com a mão que estava em sua coxa. Como se implorasse por rola, ela dizia ofegante e com aquela deliciosa bunda empinada: “vem forte, vem forte…”. Como minhas mãos estavam ocupadas segurando um de seus punhos e seus cabelos, pedi que ela ajeitasse meu pau em sua boceta.
Comecei as estocadas num ritmo mais forte e agressivo e, ao mesmo tempo, ela estava com a mão entre as pernas se masturbando, enquanto intercalava umas carícias em minhas bolas. Eu não queria que aquilo acabasse nunca, até a hora em que ela gritou que iria gozar. Ao vê-la se contorcer de tesão cheguei ao meu limite e gozei feito um louco!
Terminamos nosso banho sem falar nada, apenas dávamos risadas por nem conseguirmos ficar em pé direito. Depois de algum tempo, ao voltarmos pra cama, perguntei se ela estava curtindo ser sem vergonha. Foi quando sua resposta me surpreendeu: “Por enquanto só a minha bucetinha que perdeu a vergonha…”. No momento em que aquela frase entrou em meus ouvidos o meu cansaço sumiu, só de pensar em comer o cuzinho daquela garota tímida me fez ficar de pau duro na hora. Tinha muita coisa pra rolar na horizontal ainda!
Continua…

Deixe um comentário