Tigresa

Quando fitei aquela gata saindo do banheiro da baladinha que estávamos fiquei parado: seu andar suave, os cabelos loiros até a cintura, a boca pintada com um brilho lindo, os olhos de boneca e o corpo que a gente vê de longe que, carregando ali seus 38 anos, ainda está original de fábrica, ou seja, sem nenhuma intervenção, apenas aquilo que Deus projetou e deu a ela.

Ela vem, com aquele sorriso e se senta ao meu lado, sem a menor cerimônia e pergunta no pé do meu ouvido: Gostou, gato?

Fiquei numa excitação que há tempos não tinha, sorri, disfarcei e ficamos naquele papo cheio de maldade, tomamos vários drinks e ela sugeriu que fossemos a um lugar mais calmo.

O que eu não sabia, e que me me deixou doido, foi que o lugar mais calmo era ali mesmo na esquina de onde estávamos, NA RUA, ela bem louca, encostou no carro, subiu seu vestido e me pediu “me come agora”. Juro que não sabia o que fazer, mas diante de tanta ousadia não tive escolha.

Entrei nela com muito tesão e quando eu tava quase chegando, ela me empurra, abaixa e coloca meu pau na boca dela e me lambe como se quisesse me engolir. Que tesão de mulher, me chupou até gozar e quando acabou seu lindo trabalho, riu de mim, se afastou e entrou no carro para irmos, como se nada tivesse acontecido.

E eu ali, chocado e encantado com tanta ousadia e maestria daquela gata que, depois de quatro anos de namoro, ainda consegue me surpreender!

Você conhece uma mulher assim?

Enrabada pelo namorado da titia

Nunca fui muito tímida, desde a época da escola e da faculdade estava rodeada por amigos, frequentava festas e era muito popular. Muito deve-se à minha aparência, modéstia à parte. Mesmo sendo baixinha, me considero um mulherão, tenho 25 anos, pratico esportes desde muito nova e sou muito vaidosa, fora do normal. Com isso cultivei um corpo violão, cintura fina, pernas e bumbum bem torneados e meus seios são bem empinados, tudo natural. Além da minha boca grande e meus cabelos longos e bem lisos. Os rapazes sempre disseram que eu tenho cara da santa… E que essas eram as piores, rsrs.
Há alguns meses, minha tia (irmã do meu pai) começou a namorar um cara, acho que eles têm a mesma idade, cerca de 40 anos. Pense num cara gato! Ele tinha um estilo bem despojado e confiante, cheio de tatuagens e com um corpo de quem malha desde sempre. Nos encontros da família, quando conversávamos a sós, eu não conseguia disfarçar o quanto eu pagava pau pra ele. Suas conversas e confiança me deixavam toda mole e tímida, mas eu também podia notar que ele conversava diferente comigo quando minha tia não estava por perto. Enfim…
Certo dia, fui com meus pais ao apartamento da minha tia para um almoço. Logo que o vi, gelei como sempre. Ele estava fazendo um churrasco e, como tinha cerveja, todos acabaram tomando umas a mais, menos minha mãe e minha tia.
Acontece que no meio da tarde, meu outro tio (irmão mais velho do meu pai que não pôde ir ao almoço), ligou pedindo ajuda pois havia batido o carro e estava sem seguro.
Como minha mãe não dirige e meu pai havia bebido, minha tia foi com eles. E quem sugeriu me levar embora pois eu estava de carona com meus pais? César, o namorado da titia!
Assim que todos saíram, conversamos na sala por longos 5 minutos… Ele esquentou a conversa rapidinho perguntando porque uma garota como eu não tinha namorado.
Falei que só conhecia cara superficial e estava enjoada. Então ele simplesmente pediu que eu olhasse para a janela pois iria me mostrar uma coisa.
Como estava “altinha” por conta das cervejas, nem achei estranho. Virei e olhei lá fora pela janela, acabei até ficando na ponta dos pés para procurar o que fosse pra ser visto. Mas não tinha nada a ver com enxergar… Ele estava posicionado atrás de mim, então simplesmente agarrou a minha cintura e com a outra mão segurou firme em meu cabelo, me forçando contra ele. Nesse momento eu já estava em choque, transe, ou sei lá o que, quando ele sussurrou no meu ouvido: “vou te mostrar o que é foder de verdade!”.
Logo que minha perna amoleceu, ele me virou de frente e lascou um beijo profundo.
A verdade é que ele já sabia que eu estava caidinha por ele e aproveitou toda a situação mais as cervejas pra nem me deixar pensar…
Mal sabe ele que mesmo pensando muito eu não trocaria aquilo por nada! Um dos motivos de eu ter ido de mini saia, para provoca-lo. Inclusive, ele só teve que levantar uma das minhas pernas, tirar a calcinha de lado e começar a me chupar como eu nunca havia experimentado, ele não tinha pressa, apenas sabia o que estava fazendo. Comecei a gemer alto e antes que eu pudesse gozar, fiz com que ele ficasse em pé, também queria mostrar o que eu sabia!
Fiquei de joelhos e comecei a chupar gostoso, também não tive pressa e trabalhei bastante naquela cabeça deliciosa, ficava batendo uma punheta de leve enquanto lambia e chupava o pau dele com muita vontade. Quando percebi que ele estava ficando ofegante, parei e ainda ajoelhada disse olhando em seus olhos: “Agora quero ver você me foder com tudo!”. Ele deu um leve sorriso, e com uma cara de safado me pegou pela mão e me levou até o sofá, é claro que já me posicionei de joelhos de frente pro sofá e de costas para o César.
Foi quando ele veio por trás e sem mais delongas enterrou o pau na minha bocetinha. Confesso que vi “estrelas” no bom e no mau sentido, mas a vontade com que ele me estocava era mais firme, forte e num ritmo que eu não duraria muito tempo.
Mas ele queria mais, começou a diminuir o ritmo e alisar o dedão umedecido no meu cuzinho. Não seria a primeira vez e o tesão estava nas alturas, deixei rolar.
Conforme eu rebolava nas investidas dele, em determinado momento, sacou a rola da minha boceta e começou a alisar meu cuzinho, esfregando a cabeça do pau e pressionando de leve. Aquilo estava me excitando muito e eu já gemia antes mesmo dele me penetrar, até o momento em que, diferente da primeira vez, devagarzinho ele foi socando toda a rola no meu rabo, que a essa altura já estava totalmente relaxado. Acho que não durou nem 5 minutos e gozamos praticamente ao mesmo tempo.
Pena que não deu pra ficar muito tempo curtindo aquele momento único, minha tia “empata foda” ligou avisando que já havia dado tudo certo e não demorariam a voltar.
Saímos às pressas pois eu tinha que chegar e casa antes dos meus pais.
Isso aconteceu há uns 6 meses e até agora não rolou mais nada, mas com certeza não faltarão oportunidades, ele me disse que está pensando em noivar com a minha tia, aí entra pra família de vez hehehe

Um presente especial

Desde o começo do namoro, sempre lancei algumas indiretas para minha esposa sobre sexo a três. Não é algo que dá pra falar diretamente, pois nunca quis ferir seus sentimentos ou sua autoestima, mas ter outra mulher numa transa a três e com o consentimento dela realmente era algo que mexia com a minha imaginação.
Contudo, já faz um tempinho que perdi as esperanças e parei com as brincadeirinhas com segundas (ou melhor, terceiras) intenções. Mas foi justamente quando comecei a ficar “mais na minha” que minha mulher começou com algumas gracinhas, como me perguntar o que eu achava de determinada atriz, etc., e eu logo desconfiei, pois mesmo não sendo muito ciumenta, nunca havia me dado toda essa liberdade. E quanto mais passava o tempo mais ela ia se “soltando” nas brincadeiras, queria saber os detalhes que eu mais gostava em determinada mulher, entre outras perguntas safadas… Uma mistura de curiosidade e tesão foi me preenchendo até o ponto em que tive que chama-la para uma conversa.
Quando toquei no assunto, ela se mostrou totalmente tranquila e disse apenas que, como eu sempre brincava com ela e percebendo que eu havia parado, ela quis me mostrar que não se importava com as brincadeiras e resolveu estimular esse “joguinho safado”.
Enfim, mesmo que eu estivesse com um fundo de esperança, gostei bastante da ideia de a gente poder falar sobre outras pessoas, já era um começo e bem excitante, certo?
Que ingenuidade a minha… Por um acaso, naquela mesma semana era meu aniversário e ela disse que queria fazer um jantar romântico para mim em nossa casa. Então eu deveria sair e voltar apenas à noite, para que ela pudesse arrumar tudo para a celebração.
Então fui pra um barzinho na região com alguns amigos e lá por volta das 19h tomei o rumo de casa! “Tomara que ela não tenha organizado uma festa surpresa” – pensei, afinal queria curtir a sós com minha esposa.
Ao chegar em casa, abri a porta e realmente não havia um monte de gente me esperando, mas algo me dizia que minha mulher havia planejado algo para me surpreender.
Conforme fui passando pelos cômodos da casa percebi que não havia nada de diferente, até o momento em que vi algo na escada que levava ao andar de cima (onde ficava nosso quarto). Quando me aproximei, percebi que era uma camisola bem sexy, curta e transparente, jogada nos degraus. Para minha surpresa, nunca havia visto aquela camisola, então deduzi que ela havia comprado especialmente para o meu aniversário.
Subi as escadas correndo e, num piscar de olhos, eu já estava parado com a camisola nas mãos em frente à porta do quarto, que estava fechada. Respirei fundo e abri a porta… Que cena maravilhosa: minha mulher estava em nossa cama, deitada de bruços, com um laço de presente na cabeça, apenas de calcinha fio dental e… Com uma camisola?!
“Que delícia” – falei com um tom de quem estava prestes a devorar uma presa.
“Gostou do presente?” – ela perguntou de um jeito safado.
“Gosto ainda mais do que está prestes a acontecer” – respondi com um olhar fixo e com passos firmes em sua direção.
“Sem pressa, pois a surpresa está apenas começando” – disse ela levantando da cama.
A essa altura eu já estava muito excitado e, ao mesmo tempo, me enchi de curiosidade sobre o que minha mulher havia preparado.
“Não está curioso sobre essa camisola em suas mãos?” – ela me provocou.
Realmente já nem me lembrava porque havia outra camisola (nova) nas escadas. Então logo afirmei – “Achei que encontraria você peladinha me esperando.”
“Essa camisola não é minha!” – Essas palavras da minha mulher entraram em meus ouvidos como um rojão, fiquei paralisado por alguns segundos enquanto ela sorria de um jeito bem safado. Ainda sem reação, só consegui falar – “Oi?”.
“A segunda parte da sua surpresa está em algum lugar dessa casa, então eu vou vendar seus olhos e você vai ficar esperando aqui no quarto com essa camisola na mão, ok?”
“Sim senhora” – só faltou bater continência, né?
Minha mulher me vendou, me deixou apenas de cueca e saiu do quarto. Eu não podia acreditar no que estava acontecendo, já estava com muito tesão e com o coração acelerado. E eu achando que a gente só iria ficar na conversa, mas ela realmente havia trazido outra mulher para uma diversão a três!
Comecei a ouvir passos do lado de fora e alguns risos, enquanto tentava controlar a tremedeira para demonstrar segurança, mas a situação era épica e eu já havia pensando nisso incontáveis vezes.
A porta abriu e minha mulher logo falou – “Amiga, a sua camisola está ali com meu marido. Fica pertinho dele para que ele possa ajudar você a vesti-la.” – a misteriosa mulher veio em minha direção até ficar bem perto, eu podia ouvir sua respiração. Pegou a camisola da minha mão e deu pra perceber que ela a vestiu, em seguida colocou sua mão em minha nuca e sussurrou em meu ouvido – “Quero que você use as suas mãos para sentir se a camisola ficou bem em mim” – afinal eu estava vendado.
Não pensei duas vezes, comecei a alisar suas costas e cintura, até chegar em sua bunda. Apertei com força! Girei ela pela cintura e a puxei contra mim, ao mesmo tempo em que a encoxava gostoso, acariciava seus seios. Não tinha como não perceber que aquela mulher era muito gostosa, com uma bunda grande e os peitos durinhos e que enchiam as minhas mãos, além de ser extremamente cheirosa.
Nesse momento minha mulher se aproximou e disse – “Calma querido, temos bastante tempo.” – Quando a mulher saiu de meus braços, minha esposa ficou de frente pra mim e me beijou com muita vontade e eu retribui com bastante vigor para mostrar o quanto aquilo tudo era incrível. Enquanto a gente se beijava, percebi que a mulher misteriosa veio por trás e abaixou a minha cueca, nesse momento minha esposa parou o beijo, deu a volta, me abraçou por trás e começou a acariciar meu pau (que estava latejando de tão duro).
Nesse momento, minha mulher disse – “Chegou a hora de você ver a minha amiga” e lentamente tirou a venda. Meu tesão explodiu quando percebi que a amiga era muito gata e, para minha total alegria, ela estava ajoelhada na minha frente. Antes que eu pudesse falar algo, ela começou a chupar minha rola com muita vontade. Que boquete espetacular, enquanto a amiga lambuzava meu pau, minha mulher sussurrava besteiras em meu ouvido e me beijava.
Logo em seguida, minha mulher se deitou na cama e pediu para a amiga continuar o sexo oral nela. Conforme aquela belíssima cena começou a se desenrolar, minha mulher emendou – “Querido, aproveita que ela está de quatro me chupando e fode a boceta dela como só você sabe fazer”.
Fui igual a um animal pra cima daquela bunda deliciosa e comecei a bombar com muita vontade, acariciando seus seios com uma mão e intercalando tapas e apertões com a outra.  A amiga gemia alto enquanto chupava a bocetinha da minha esposa, que gemia junto com muito tesão. Toda aquela situação já estava no auge e minha mulher percebeu, fazendo com que elas duas se posicionassem ajoelhadas em minha frente. Eu já suspeitava o que viria, mas minha mulher fez questão de falar – “a primeira gozada da noite será na nossa cara”. Enquanto elas alternavam quem me chupava e quem me masturbava, gozei como nunca na cara delas, era porra que não acabava mais!
Mas a noite do meu aniversário estava longe de acabar.
O ménage continuou no banho, depois foi pra cozinha… Nos divertimos muito a noite toda e em praticamente todos os cômodos da casa. Com certeza foi o melhor presente que já recebi.
Após alguns meses minha esposa ficou sabendo que ela (que depois descobri que era uma amiga do trabalho) estava namorando e ela fez questão de nos convidar para um jantar em seu apartamento, para nos apresentar o rapaz.
Será que foi um jantar social ou uma festa do pijama? 😉

Novinha tímida da faculdade

Sou o Cauã, tenho 24 anos e moro em São Paulo. Eu e meus amigos do curso de Direito resolvemos fazer uma festa na mansão da minha família com a intenção de conhecer melhor algumas novinhas que entraram na faculdade (estava no último ano).
Tinham várias gatinhas, mas uma em especial me chamou muito a atenção. Morena, de aproximadamente 1,70, peitos e bunda bem empinados, realmente um corpo sensacional.
Chegou sexta (dia da festa) e pra minha sorte a moreninha apareceu. E o melhor, estava bebendo sozinha, então antes que algum espertão chegasse, fui em sua direção. Fiz alguma brincadeira sobre ela ser tímida e ela caiu na “minha”, dava pra perceber que ela queria conhecer mais gente e se divertir mais, só precisava de um “empurrãozinho”.
Convenci ela a ir pro quarto comigo. Não acreditava que estava prestes a tirar aquele vestidinho curto e colado e lamber ela dos pés à cabeça!
Entramos no quarto e eu não quis perder tempo, tirei toda a roupa dela e congelei por alguns segundos, que morena GOSTOSA. Chupei aquela buceta cheirosa até faze-la gozar, mas foi quando ela me surpreendeu e inverteu o jogo, me jogou na cama, me deixou pelado e começou a pagar o boquete mais guloso da minha vida! Como ela mamava com vontade, quase que querendo retribuir o “favor”. Eu já estava com o pau explodindo e, quando fui tirar o pau da boca dela, a safada não deixou e me fez gozar ali mesmo, na boca, na cara, nos peitos, em tudo. Que chupeta intensa…
Depois do êxtase inicial, a gente lembrou de se apresentar. Expliquei que a casa era minha e que a gente poderia fazer a nossa festa particular ali mesmo na suíte. Entramos no banho e logo começou a pegação novamente! Colei ela na parede de frente pra mim com meu corpo, segurando-a por um dos punhos com uma mão e agarrando-a por baixo da coxa com a outra. A cabeça do meu pau já estava roçando em sua bucetinha, que por sua vez já estava toda lubrificada… Imprimi um ritmo com duas estocadas lentas e superficiais com uma estocada forte, daquelas de ficar na ponta dos pés. Ela gemia alto, enquanto arranhava minhas costas com a outra mão e aquilo subia meu tesão.
Sem largar seu punho, girei-a para que ficasse de costas pra mim, colando seu rosto contra a parede ao agarrar em seu cabelo com a mão que estava em sua coxa. Como se implorasse por rola, ela dizia ofegante e com aquela deliciosa bunda empinada: “vem forte, vem forte…”. Como minhas mãos estavam ocupadas segurando um de seus punhos e seus cabelos, pedi que ela ajeitasse meu pau em sua boceta.
Comecei as estocadas num ritmo mais forte e agressivo e, ao mesmo tempo, ela estava com a mão entre as pernas se masturbando, enquanto intercalava umas carícias em minhas bolas. Eu não queria que aquilo acabasse nunca, até a hora em que ela gritou que iria gozar. Ao vê-la se contorcer de tesão cheguei ao meu limite e gozei feito um louco!
Terminamos nosso banho sem falar nada, apenas dávamos risadas por nem conseguirmos ficar em pé direito. Depois de algum tempo, ao voltarmos pra cama, perguntei se ela estava curtindo ser sem vergonha. Foi quando sua resposta me surpreendeu: “Por enquanto só a minha bucetinha que perdeu a vergonha…”. No momento em que aquela frase entrou em meus ouvidos o meu cansaço sumiu, só de pensar em comer o cuzinho daquela garota tímida me fez ficar de pau duro na hora. Tinha muita coisa pra rolar na horizontal ainda!
Continua…